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terça-feira, 5 de junho de 2012

Nova morada

Não sei se abandonei este bloguito, mas sei que, temporariamente, estarei no agoramaededois.blogspot.com. Quem por aqui passa, por favor, dê uma chegadinha lá.
Será um prazer discutirmos os dilemas maternos. Afinal, quem tem filhos tem muita história pra contar.
Espero vocês lá!
Beijos!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

...


"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço".

Franzoi



terça-feira, 12 de outubro de 2010


Recomeça... se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade.
Miguel Torga

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Filme do dia

Tropa de Elite 2

Sinopse: Wagner Moura retoma o personagem mais marcante de sua carreira, o capitão Nascimento, na sequência de Tropa de Elite, filme também dirigido por José Padilha, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim, 2008. Nascimento, 10 anos mais velho, cresce na carreira: passa a ser comandante geral do Bope, e depois Sub-secretário de Inteligência. Em suas novas funções, Nascimento faz o Bope crescer e coloca o tráfico de drogas de joelhos, mas não percebe que, ao fazê-lo, está ajudando aos seus verdadeiros inimigos: policiais e políticos corruptos, com interesses eleitoreiros.

De José Padilha. Drama, 2010, 116min, Brasil, 16 anos. Com Wagner Moura, André Ramiro, Irandhir Santos, Tainé Muller, Maria Ribeiro, Seu Jorge.

Recomendo este filme. Mesmo com toda sua tristeza por sabermos que se trata do nosso país.
Tropa de Elite 2 toca fundo no "câncer" do Brasil: políticos agindo em comum acordo com bandidos para que a corrupção seja uma forte ponte entre eles e os votos que precisam para comandar. Um bom filme que confronta realidade e ao mesmo tempo nos convida a uma longa reflexão.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Amor...

O amor vem de pequenos gestos. Vem de singelos olhares.

O amor se manifesta em detalhes antes não percebidos. Pode ser dito em silêncio. Pode ser sentido sem que haja toque. Pode ser prometido.

O amor deixa o ar mais leve. Deixa o ambiente menos pesado.

Faz rolar alegrias, angústias e deixa o coração em estado de alerta.

O suspiro se alonga. A vaidade cresce. O companherismo se faz presente.

Vivemos amando. Nos entregamos logo ao nascermos e estamos condenados a tê-lo por toda vida.

Ama-se a família, ama-se os filhos, ama-se os amigos, ama-se o marido, ama-se o amante, ama-se o cachorro, ama-se...existe sentimento mais completo?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A estrada para o sucesso

Muito fala-se e cobra-se das pessoas, de um modo geral, que encontrem seu sucesso profissional. Nunca esteve tão em alta os grandes cargos, nunca esteve tão na moda o fato de as pessoas terem de mudar-se para outro país em busca de reconhecimento na sua área de atuação.

O fato é que, às vezes, não atingimos e nem queremos suprir as expectativas que os outros e quando falo em outros, incluo a sociedade, de chegarmos onde não queremos. Hoje em dia, é feio dizer que uma mulher não trabalha fora. Estas mulheres são vistas como pessoas incapazes de serem felizes, como se somente um trabalho fosse capaz de tal condição.

Sendo assim, gostaria de ver um país onde as pessoas façam aquilo por amor e prazer na profissão. Que não busquem status e colocação na sociedade. Pessoas que sejam realizadas com suas tarefas. Pessoas que escolham se querem ostentar um diploma ou estão dispostos a realização como profissionais atuantes e dignos.

A estrada para o sucesso pode ser longa, cheia de percalços, indecisões, mudanças, arrependimentos, porém, acredito na qualidade de cada um. O mercado está cheio de pessoas bem qualificadas, mas aí exige-se experiência. E se não praticá-la, como tê-la?

O mais importante de tudo é ter sabedoria para absorver todas oscilações que o mercado exige, ter flexibilidade para não ser engolido, comprometimento com aquilo que se faz, não importando se a tarefa executada é valorizada ou não. De que adianta fazer sucesso somente aos olhos dos outros se o seu coração não bater mais forte?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Qualidade de vida

De longe, o texto qualidade de vida postado há um tempo atrás, rendeu mais acessos do que qualquer outro. Por isso volto a falar sobre esse tema e que hoje em dia parece estar cada vez mais em alta devido a nossa grande correria e ao montante de informações que temos que processar, administrar e escolher o que melhor se encaixa à nós.

Para mim, qualidade de vida pode estar refletida em mínimas coisas. Como sair para tomar um sol na companhia de alguém especial. Ter amigos por perto pra te fazer rir até doer a boca. É ter com quem compartilhar alegrias. É ter alguém pra deitar e chorar. É ter carinho por alguém que conhecemos há pouco e que imediatamente nos identificamos. Nos identificamos com sua maneira de ser, sua maneira de pensar ou simplismente com sua maneira de usar um determinado estilo de roupas. Por que não?

Qualidade de vida pra mim, pode vir em doses homeopáticas. Cada prazer no seu tempo certo. Cada conquista sentida com intensidade. Cada desgosto (também faz parte da vida) refletido de maneira que possamos crescer e aprender com eles. Tudo na vida ensina. Toda dor ensina a sermos fortes. Todo obstáculo mostra a força que devemos possuir para encará-los. Saímos ou não mais encorajados depois de uma decepção? Claro que sim.

Estar de bem com a vida, tratar com amor quem merece, fazer-se presente quando preciso, mostrar-se disponível a toda momento, nos faz ter paz na alma, nos faz dormir de bem e acordar suspirando.

Posições, dinheiro, status social, carro do ano, roupas de marca, definitivamente não fazem parte do que considero importante para me manter acesa e feliz. Não são importantes para serem somados aquilo que de fato constroem meu alicerce e aquilo que norteia meu coração.

E pra você, o que é ter qualidade de vida?

Abaixo um texto da Martha Medeiros que amo de paixão:

Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,
faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!

Martha Medeiros

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Apresento-me

Sou contraditória,
Calculista, gosto de tudo nos mínimos deltalhes.
Gosto de aventuras. Do inesperado em algumas circunstâncias e em outras, planejar e prever são meu foco.
Sou santa e maniática. Devota à Deus.
Apelo a qualquer santo caso precise. Por outras horas, nem lembro que eles existem.
Tenho cachorro, marido e filho. Gosto de ver meu inter ganhando e não dou a mínima pra futebol.
Às vezes me entendo perfeitamente e em outras, ninguém, (incluindo eu), me entende.
Por hora acho que já fiz tudo que me deixa feliz, por outra, percebo que ainda nem comecei.
Acordo feliz, acordo triste. Em paz com espelho em alguns dias e em outros a guerra está formada.
Me divirto com a honestidade. Me irrito com a falta de personalidade. Amigo pra mim é amigo. FDP é FDP. Infelizmente o mundo está cheio destes últimos.
Adoro dormir tarde. Odeio acordar cedo. Odeio calor. Amo frio. A D O R O fim de semana para estar com minhas preciosidades. Às vezes tenho vontade de amarrar minha cadela no pé da mesa e minutos depois quero mantê-la no meu colo.
Família em primeiro lugar. Trabalho vem depois. Bem-estar faz parte dos objetivos. Calmaria não existe dentro de mim.
Sou agitada por natureza, não gosto de nada parado. E, contrariando, algumas vezes daria tudo para estar sozinha em uma ilha deserta.
Não suporto política. Viro "bicho" quando vejo injustiças.
Xingo no trânsito. Falo alto demais. Falo demais. Às vezes, também calo-me demais.
Amo sol e dia. Mas a noite me reserva fantasias. Tenho medo de escuro.
Sinto felicidade nas pequenas coisas. Agradeço à Deus pelas conquistas.
Talvez não sou nada que deveria ser. Ou sou.

domingo, 29 de agosto de 2010

Síndrome do filho crescido






É essa a sensação que tenho. Estou com a sensação de que meu filho está crescendo depressa demais. Olho pra ele e não o reconheço mais como aquele meu pequeno. Olho e vejo mais que um filho, vejo que o tempo está passando e ele tornando-se um amigo e companheiro que me cuida e muita coisa já sabe da vida. Até a tão pouco tempo queria que crescesse logo e agora vejo que passou depressa, e o que eu estava fazendo neste intervalo?

Não percebi, mas ele deixou de ser aquele serzinho que dependia totalmente de mim. Agora já se vira sozinho, já tem suas amizades e nem tudo que ouve da sua mãe tem tanta veracidade como antes, pois agora, valoriza o que seus amiguinhos contam. Meus Deus...estou assustada. Olho suas fotos antigas (isso de um ano atrás) e vejo tantas mudanças no seu rosto, tantas modificações de comportamento.

Já sabe o que quer. Tem seus próprios gostos. Define com clareza o que lhe satisfas. Tudo isso é bom. Tudo faz parte e é absolutamente normal. Ele descobrindo seu mundo e eu me redescobrindo como mãe dessa pessoinha que depende, ainda sim, daquilo que ensino e dos limites que imponho. Amore mio...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Tudo o que eu preciso


Tudo o que eu preciso pra viver carrego sem ocupar as mãos. Tudo o que eu preciso pra ser feliz não se transporta numa caixa, não se guarda numa na bolsa, nem pesa nos ombros. Carrego comigo o que é possível pra me movimentar livre, nesse mundo tão cheio de coisas.As coisas que eu carrego não têm peso, nem forma, nem volume.São coisas que me alimentam sem que eu precise comer.Que me locomovem sem que eu precise caminhar.Que me alegram sem que eu precise comprar. Carrego comigo a sabedoria herdada dos meus pais.A dignidade conquistada com o meu trabalho.As lições aprendidas na dor.O amor dos meus afetos.E a força da minha fé. Com isso eu posso ir mais longe do que qualquer viajante carregado de bagagem. Assim fica mais fácil viver e andar por aí.Porque coisas ocupam espaços, atravancam caminhos, bloqueiam a visão. As coisas que não cabem no coração, pesam nos braços. Por isso eu carrego só coisas que caibam aqui, nos sonhos que eu inventei pra ser feliz.
Texto de Lena Gino

sábado, 24 de julho de 2010

...

"Quando sonho digo palavras mágicas.
Quando me zango digo palavras duras como pedras.
Quando estou feliz as minhas palavras são leves e flutuam no ar.
As minhas palavras têm forma, peso, cheiro, cor e sabor."

(desconheço a autoria)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Como viver a vida?

Texto extraído de um blog da revista você S/A. Repasso - achei interessante a reflexão. Boa leitura!


Como Viver a Vida, segundo a Globo

É fato: as novelas da Globo e seus programas de grande audiência continuam ditando normas, valores e costumes. Volta e meia ouvimos alguém soltar famosos bordões como “hare baba”, “tô certo ou tô errado?”, “né brinquedo não”, “ishalá”, e outros consagrados pelos folhetins globais.

Antes que alguém levante a mão para perguntar, esse texto tem, sim, muito a ver com Administração. Qualquer evento que influencie, direta ou indiretamente, o nosso comportamento é extremamente importante para a forma como conduzimos os nossos negócios. Não é à toa que os grandes anunciantes disputam a peso de ouro o horário nobre da televisão brasileira – bem como os próprios atores. Da mesma forma, as grifes (re)direcionam suas coleções aos estilos exibidos pelas belas e influentes atrizes das novelas, mesmo que essas se passem em lugares exóticos como Índia e Marrocos, ou genuinamente brasileiros como Barretos, Rio e São Paulo. Até pouco tempo atrás, muitas moças estavam usando parte do sutiã à mostra, para imitar o modelito de Norminha, a simpática – e faceira – personagem interpretada recentemente por Dira Paes. Novelas ditam modas e, como administradores, devemos estar atentos.

Espanta-me essa última, que traz o curioso título de “Viver a Vida”. Apesar de apresentar depoimentos emocionantes de pessoas reais que superaram grandes problemas no final dos episódios, Viver a Vida dá um show de deturpação de valores do começo ao fim de cada capítulo.

Normalmente, as obras de ficção dividem claramente as pessoas entre boas e más, o certo e o errado são evidentes, e nos colocamos a torcer pelo sucesso do protagonista e o castigo dos vilões, como o fizemos em A Favorita, com o duelo entre Donatela e Flora.

Na novela de Manoel Carlos, esse dualismo não existe. Com a desculpa de aproximar seus personagens da realidade, o autor lhes confere virtudes e defeitos. Entretanto, paira um ar de normalidade sobre todas as safadezas cometidas pelos personagens, que eu chego a me perguntar o que ele quer dizer, realmente, com “viver a vida”.

Viver a Vida é uma novela onde praticamente todos os personagens enganam uns aos outros. O marido trai a esposa com a prima dela, a esposa trai o marido com o cara da academia, o outro troca a companheira de uma vida inteira por uma modelo 30 anos mais jovem , que agora já vive um affair com o sujeito que conheceu no meio do deserto (que corre o risco de ser filho de seu próprio marido), irmãos (gêmeos!) disputam a mesma garota… ufa! E tem muito mais, mas não quero tirar a paciência do leitor com essas picuinhas.

Onde mora o perigo?

Diversos estudos, em especial os conduzidos pelo Prof. Robert B. Cialdini, da Arizona State University, demonstram que temos uma grande tendência a fazer o que a maioria faz – mesmo que seja um comportamento socialmente indesejável. Segundo Cialdini, somos naturalmente maria-vai-com-as-outras*.

Manoel Carlos gasta o seu latim para provar que trair é algo normal, que todo mundo trai todo mundo e não há nada reprovável nisso. Pelo contrário: é até algo bonito, poético. As puladas de cerca ocorrem sempre com o belíssimo pano de fundo da cidade maravilhosa ao entardecer, do alto de uma asa delta, ou nas areias paradisíacas de Búzios, ao som de uma belíssima trilha sonora. Sei lá, sei lá…

Há algum tempo, havia em minha cidade um jornalzinho que circulava entre os colégios, cuja maior atração eram os recadinhos que os alunos postavam uns para os outros. Depois que Aline Moraes interpretou uma jovem lésbica em uma novela, houve uma explosão de recados (românticos) de garotas para garotas. Não estou fazendo juízo de valor no que diz respeito às escolhas sexuais de ninguém. Entretanto, desconfio que muitos desses recados não tinham nada a ver com a sexualidade dessas garotas. Elas apenas queriam ser a Aline Moraes… Imagino que, se a personagem da bela atriz fosse interpretada por Regina Casé, o efeito no jornal teria sido nulo ou completamente inverso.

Mesmo sabendo que o comportamento é uma potente fonte de influência social, geralmente as pessoas que participam de estudos de psicologia social dizem com veemência que o comportamento alheio não influencia o seu próprio. Você aí do outro lado também deve estar dizendo que isso é uma grande besteira, que você não é influenciado por novelas, nem por ninguém. Beleza. Mas, com certeza, você conhece um monte de gente que adora seguir a maioria.

O perigo está na mensagem, repetida diariamente à exaustão, justamente no horário em que a maioria dos televisores sintoniza a rede do plim-plim. Muita gente assimila o comportamento dos personagens como adequado, moderno e normal. A novela de Manoel Carlos é a receita para o fracasso de uma sociedade que tem (ou já teve?) na família o seu mais firme alicerce. Viver a vida, de verdade, é muito mais do que isso. Tô certo ou tô errado?


E você, o que acha?

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Certezas

"A vida está aberta para novas experiências, novas conquistas... Que bom que estamos vivos e podemos sentir o coração batendo mais forte dentro do peito e sentir o sangue correr mais veloz nas veias. Que bom que estamos dispostos a sonhar mais, lutar mais, ser mais...
Na vida não podemos ter certeza de nada, não podemos assegurar nada, não somos capazes de fazer tudo da nossa maneira. Por estas e outras certezas que a melhor maneira é encarar a vida mantendo acesa a chama da esperança e permitindo-se eternamente."

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Simplifique sua vida

"Tudo o que é belo tende a ser simples. Afirmação generalizante?
Não sei. O que sei é que a beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins. Vida que se ocupa de ser só o que é.
Não há conflito nas bromélias, não há angústia nas rosas, nem ansiedades nos jasmins.
Cumprem o destino de florirem ao seu tempo e de se despedirem do viço quando é chegada a hora. São simples. Não querem outra coisa, senão a necessidade de cada instante.
Não há desperdício de forças, não há dispersão de energias. Tudo concorre para a realização do instante. Acolhem a chuva que chega e dela extraem o essencial. Recebem o sol e o vento, e morrem ao seu tempo.
Simplicidade é um conceito que nos remete ao estado mais puro da realidade. A semente é simples porque não se perde na tentativa de ser outra coisa. É o que é. Não desperdiça seu tempo querendo ser flor antes da hora. Cumpre o ritual de existir, compreendendo-se em cada etapa.
Já dizia o poeta: "Simplicidade é querer uma coisa só". Eu concordo com ele. O muito querer nos deixa complexos demais. Queremos muito ao mesmo tempo, e então nos perdemos no emaranhado dos desejos. Há o risco de que não fiquemos com nada, de que percamos tudo.
Aquele que muito quer corre o risco de nada ter, porque o empenho e o cuidado é que faz a realidade permanecer.
O simples anda leve. Carrega menos bagagem quando viaja, e por isso reserva suas energias para apreciar a paisagem. O que viaja pesado corre o risco de gastar suas energias no transporte das malas. Fica preso, não pode andar pelo aeroporto, fica privado de atravessar a rua e se transforma num constante vigilante do que trouxe.
A simplicidade é uma forma de leveza. Nas relações humanas ela faz a diferença. O que cultiva a simplicidade tem a facilidade de tornar leve o ambiente em que vive. Não cria confusão por pouca coisa; não coloca sua atenção no que é acidental, mas prende os olhos naquilo que verdadeiramente vale à pena.
Pessoas simples são aquelas que se encantam com as coisas menores. Sabem sorrir diante de presentes simbólicos e sem muito valor material. A simplicidade lhe capacita para perceber que nem tudo precisa ter utilidade. E por isso é fácil presentear o simples. Dar presentes aos complicados é um desafio. Não sabemos o que eles gostam, porque só na simplicidade é possível conhecer alguém. Só depois que as máscaras caem pelo chão e que os papéis são abandonados a gente tem a possibilidade de descobrir o outro na sua verdade.
Eu gostaria de me livrar de meus pesos. Queria ser mais leve, mais simples. Querer uma coisa só de cada vez. Abandonar os inúmeros projetos futuros que me cegam para a necessidade do momento. Projetos futuros valem à pena, desde que sejam simples, concretos e aplicáveis. Não gostaria que a morte me surpreendesse sem que eu tivesse alcançado a simplicidade. Até para morrer os simples têm mais facilidade. Sentem que chegou a hora, se entregam ao último suspiro e se vão.
Tenho uma intuição de que quando eu simplificar a minha vida, a felicidade chegará em minha casa, quando eu menos esperar".
( Padre Fábio de Melo)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Reticências



"Já lhe fizeram sofrer demais, Já lhe fizeram feliz demais, Tá na hora de você mesma fazer...Algo por você...Só você pode fazer".

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Algumas coisas sobre mim...

1) Odeio acordar cedo;
2) Amo frio;
3) Adoro estar com meus amores;
4) Amooo tudo organizado, nos mínimos detalhes;
5) Sou estabanada ao extremo;
6) Péssima detalhista;
7) Adorooo sair, mas também adorooo voltar pra casa;
8) Detesto cozinhar;
9) Sou sonhadora, adoro aventuras, amoooo o novo, o inesperado...
10) Adoroooo jogar quimquilharias no lixo;
11) Falo alto demais, rápido demais;
12) Sou, involuntariamente, apressada;
13) Amoooo pipoca com chimarrão;
14) Sou sentimental demais; louca demais, extravagante demais...
15) Topo qualquer parada;
16) Não desanimo fácil;
17) Cabeça dura às vezes;
18) Se estiver com a razão, sai de perto que eu defendo até o fim;
19) Amigo é sagrado pra mim;
20) Detesto gente fofoqueira, vizinho desocupado, gente sem noção;
21) Amoooo sol;
22) Mas amooo chuvinha pra dormir abraçadinha;
23) Estou eternamente em fases;
24) Começo dieta e não termino, prometo começar academia e me esqueço facilmente deste propósito;
25) E por fim, percebo que não me conheço, pois, em alguns momentos, não consigo me entender tão bem assim...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Para refletir

"Nunca prometa em uma uma tarde de sol, o que você não poderá cumprir em uma noite de tempestade"!
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"É preciso coragem para levantar e falar, porém é preciso muito mais coragem para sentar e apenas ouvir".