
_ Renata, certamente é uma mulher.
_ Mulher?
_ Mulher?
_ Acho que não, apenas tem cabelos compridos!
_ Acho que não, hein?
_ Será? (ficamos por alguns instantes aguardando para que pudéssemos ter certeza).
A pessoa enfim aproxima-se e constatamos silenciosamente que se tratava de um homem. Eis ai que meu filho fala em alto e bom tom:
A pessoa enfim aproxima-se e constatamos silenciosamente que se tratava de um homem. Eis ai que meu filho fala em alto e bom tom:
_ Esse aí, pai que tu achou que era mulher?
Criança é criança. Não tem maldade. Tem pureza.
Tem inocência.
Tem inocência.
Tem autenticidade.
Tem espontaneidade.
E é justamente isso que as tornam diferentes, únicas, especiais. Como é bom ser criança, falar o que vem na cabeça sem pensar em nenhum momento machucar ou ferir alguém.
"...criança tudo pode
pode criança ser sempre
acarinhando a alma
de doces ilusões
e colorindo os sonhos
com doces paixões..."
2 comentários:
Crianças nos desconcertam, às vezes!
É engraçado!
Olá, Renata!
Vim através da Ana que está promovendo o seu blog lá no dela.
Fiquei empolgada, quando li que estás morando em Maringá.
Pox vida, meu filhote mora e estuda aí na UEM e vez ou outra, apareço por aí para vê-lo, mas não conheço ninguém daí.
Então, vamos nos ler assiduamente, pois quem sabe viremos a nos conhecer pessoalmente um dia!
grande abraço carioca
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